Publicado por: Mauricio | 27/11/2007

Samba para nunca esquecer

O que não se paga é o que se sente.
E vale mais que presente ou moeda.
Então deixa esse trocado,
Bem aí guardado, ao meio dobrado.
Larga no bolso daquela calça.
Aquela que menos gosta.
Que fica lá fundo do armário.
E quase não alcança.
Esqueçe ali no último cabide.
Mas leva nossas cantigas na bolsa.
E na manga da roupa nova que precisou vestir,
Bem passada, vincada e sob medida para nós,
As boas memórias, estampadas no tecido,
Na pele, na alma, na palma da mão.
Na palma da mão,
Na palma da mão,
Na palma da mão.


Responses

  1. A mão estendida é o que sela e sente, sem preço, sem trocado, sem nada guardado…tudo na palma e no sentido da mão.
    bjs LU


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