Você não tenta, não experimenta.
Fica aí parado, entrevado.
Olhando o tempo passando intenso.
Esperando para sempre.
Abra seus olhos, nervos e janelas.
Que se dane a calma, os lamentos da alma.
Brinde ao fim dos tempos que já se foram!
Pois há muito pouco tempo…
E num segundo, diga “sim”.
Arremessa uma mensagem.
Nesse imenso oceano invisível.
E deixe-a navegar sozinha.
Aportar em qualquer fim, finalmente.
Mas seja como for, que seja assim.
Clandestinamente, sem esperança.
Pois sempre haverá um destino.
Alguém esperando um palavra.
Um sonho, uma semente, uma resposta.
O desejo reprimido de pedir perdão.
Por que não?
Gostei bastante. Soa natural, consegue “chegar” no leitor. Parabéns!
p.s.: Conheci te blog via fcc…
Por: Jéssica em 13 janeiro, 2011
às 9:12 pm
Gostei muito do seu comentário! Simples e com conteúdo. Nunca tinha parado pra pensar nesse aspecto da “naturalidade” da poesia. Acho que isso merece até… uma poesia!!!
Obrigado!
Por: maubahia em 13 janeiro, 2011
às 10:55 pm
Achei lindo!
Por: Débora . em 16 março, 2011
às 4:13 pm
Thanks!
Por: maubahia em 25 maio, 2011
às 10:11 am