Eu me concentro.
Olho para o fim.
E suspiro…
Vejo rostos.
Sinto cheiros.
E abraços.
Então refuto.
Entre o sim e o não.
Existe um abismo.
De átomo, elétrons e prótons.
Neutrinos! Uma força pagã.
Que compulsivamente.
Amálgama.
Assim somos nós.
Pequenas partes do infinito.
Aonde co-existem Deuses,
Ciência e alívio.
Que, como não se bastassem.
Ainda me acalmam.
À beira de mim.
Me calo e clamo.
Inclinado e de joelhos.
A beira do horizonte.
Peço perdão.
A quem puder me ouvir.
À beira do horizonte.
O Sol já me basta.
Numa lição de sutileza.
De energia infinita.
De mormaço.
E razão.
Essa também é muito bacana, cara!
Aliás, se você não se importar, vou afanar aquela da humildade e postar no “Banalidades”.
Um abraço e até breve!
Por: Fabiano em 8 Maio, 2009
às 5:56 pm
hehe. Pode afanar! Obrigado! Abs
Por: Mauricio Bahia em 8 Maio, 2009
às 6:18 pm