Rápido e impreciso.
De acento errado, comunica.
Na palavra batida, discursa.
Com a mão cerrada, conclama.
E de mãos abertas, exclama.
Voa até o infinito e volta.
Levando o mundo nas costas.
Ressuscita do albergue.
Das mais profundas ilusões.
E repousa celeste, na cama.
Arredio e trêmulo.
Ao pé da limoeiro, há sombra.
Voltando ao passado, discursa.
Com a mão na cabeça, duvida.
Se ao errar tanto foi humano.
Sem mais temores e incrédulo.
Ainda ouve Suzana chamando.
De mãos espalmadas, a prece.
No mínimo pendura o terço.
De punhos unidos, pede.
Trancado há três dias no quarto.
Vestem seu rosto, sem pressa.
Sem capa e imortal, descansa.
De olhos abertos, espanta.
A salvação então, acontece.