Publicado por: Mauricio Bahia | 29 Junho, 2008

Das coisas da vida

Outro dia te vi passar.
Rasgando flores ao seu pesar.
E inodoro, insípido era o olhar.
De que não ama a si próprio.
Nem ao menos um instante.

Busca ao acaso, insensato destino.
Doce e carente; amarrado semblante.
Regado do puro e insano eterno alívio.
De quem busca carente.
Num incesante alívio.
A cura pras coisa da vida.
Das coisas da vida.
Coisas da vida.
Da vida.


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