Meu pai.
Me esculta e cale-se.
Tu és quem tranforma.
O semblante turvo;
Em face ávida.
Dos deuses do mundo.
Da terra és um só.
Sonoro e plácido.
Tu perdoas sempre.
E sempre incansável.
Forte e adiante.
Não há obstáculo.
Nem ao menos penúria.
Ah… pai,
Me acolhe tão límpido.
Que morreria em teus braços.
Mas não mereces esta agonia.
Eu prefiro viver por ti.
Pois ao longo deixaste.
Impregnado no mundo.
Minha breve viagem.
Publicado por: Mauricio Bahia | 10 Maio, 2008
Meu Pai
Publicado em Poesias
Querido Filho Maurício
Procurei consubstanciar na resposta da Poesia Meu Pai-2 todo o meu sentimento de afeto que sinto pelas palavras gravadas nas duas poesias. Lá ratifico o que já sentia e o momento se fez naquela oportunidade. Sejamos muito felizes neste clima maravilhoso da nossa família.
Beijos do pai e amigo
Mayrseu
Por: Mayrseu em 6 Setembro, 2008
às 10:54 pm